A CONSTRUÇÃO DE UM GOVERNO SEM RECURSOS !

O Governador Rodrigo Rollemberg deve estar ouvindo a voz do Faustão com a frase;” SE VIRA NOS TRINTA “. O Governo vai precisar de criatividade e qualidade na Gestão, bem como parcerias e compreensão de Sindicatos e Associações.

Não será fácil os primeiros anos do próximo governo, no entanto , se conseguir gerir sem recursos e com eficiência ficará marcado pela habilidade de fluir um Estado mesmo sem os recursos que se julga o ideal.

Muito se fala em parcerias público-privadas e este é o momento de desengavetar estes artifícios e colocá-los em prática visando a consolidação de seu projeto governista. A sociedade requer um gestor que saiba criar novas possibilidades, que convença-os que o público deve ser feito com a participação coletiva conforme suas reuniões durante a campanha eleitoral, onde visitou a população lhe trazendo bons frutos.

Acredito que a equipe do governo Rollemberg é muito técnica e criativa e poderá surpreender com um novo modo de fazer política. Sabemos que a área mais sensível é a Segurança Pública onde o diálogo deve ser muito utilizado neste primeiro momento, apesar do Professor Arthur ser Sociólogo, logo ele vai deparar  com os problemas inerentes a profissão mais estressada do Planeta.

Ser hábil e sábio são qualidades que aliadas ao equilíbrio podem trazer um novo incentivo aos profissionais da Segurança Pública, quem pensar diferente está apto a não aceitar o diálogo e a construção política.

 

Por Lusimar Arruda ( JABÁ)

Manifestações

REFLEXÕES SOBRE A NECESSIDADE DE PROFUNDAS TRANSFORMAÇÕES NA SEGURANÇA PÚBLICA !

O mundo vivenciou e experimentou nesses últimos 40 anos um dos maiores ciclos de desenvolvimento e de transformações socioeconômicas, geopolíticas, científicas e tecnológicas da nossa historia. Mudaram radicalmente o habitat das pessoas, as próprias pessoas, os países e a forma de gestão das nações e das cidades. O mundo transformado numa aldeia global digitalizada e interconectada proporcionou profundas mudanças na forma de convivência social na família, na comunidade, nas cidades e nas nações. No campo cientifico e tecnológico experimentamos o maior período de transformações com reflexos diretos no dia a dia das pessoas.

Paralelamente a essas grandes transformações estruturais surgiram os grandes adensamentos populacionais que depois se transformaram nos grandes centros urbanos e, finalmente, nas megalópoles. Esse processo de alteração da modelagem das nossas cidades alterou drasticamente a maneira de como elas eram administradas. Os governos locais tiveram que se adequar a esse fenômeno quando da formatação das suas politicas públicas em todos os setores da administração pública.

A ONU baseada num grande estudo em escala mundial fez uma projeção que no ano 2050, 70% da população mundial estará vivendo nos grandes centros urbanos. O IBGE em seu ultimo senso constatou que: hoje 70% dos Brasileiros já vivem nas grandes cidades brasileiras e nas suas periferias. Talvez isso explique a deterioração dos nossos serviços públicos, pois não foram dimensionados, em ordem de grandeza e conceitualmente, para tal cenário. Outro fator de relevância que fica exposto nesse emaranhado de novas realidades da administração pública é que a gestão da segurança pública não pode ficar dissociada da gestão das cidades e dos seus serviços públicos, pois a prestação ou não dessa gama de serviços públicos reflete, diretamente, na segurança do cidadão.

Nos últimos quatro anos, presenciamos uma explosão da violência e da criminalidade no território do Distrito Federal e na RIDE. A segurança pública deve ser uma preocupação constante e prioritária de Estado com politicas públicas capazes de darem respostas efetivas no controle desse surto de criminalidade. Para fazer frente a essa importante demanda todos os setores de governo deverão atuar de forma articulada e sistêmica. Por questões didáticas deixamos de aprofundar nas causas determinantes do incremento dessa criminalidade para nos atermos, basicamente, ao processo de necessidade de reformulação dos órgãos policiais, bem como da prática policial no âmbito dos Governos Estaduais, do Distrito Federal e da União.

Apesar de todas as mudanças experimentadas em razão da orientação cientifica e do uso intensivo de tecnologias da informação e de telecomunicação (TICs) na gestão das cidades, infelizmente, essas mudanças ainda não chegaram com a devida ênfase na segurança pública. Permanecem os velhos paradigmas conceituais e operacionais nos órgãos responsáveis pela proteção e defesa do cidadão. A teoria militar de ocupação do terreno, nas policias militares, e a tecnocracia do inquérito policial, nas polícias civis, permanecem vigentes apesar das grandes transformações que mudaram as pessoas, as relações interpessoais, as relações sociais, as relações governamentais e a própria administração pública que se viu obrigada a abandonar seu modelo burocrático tradicional para um modelo gerencial de resultados.

Essa pratica policial válida em épocas pretéritas, não tem efetividade nos dias atuais devido a essa nova realidade gerencial das nossas cidades onde as demandas da nova cidadania que está clamando, cada vez mais, por qualidade e efetividade dos serviços públicos. A gestão desses serviços está cada vez mais complexa, interligada e integrada além de contarem com orçamentos cada vez menores. Esses fatores aumentam, exponencialmente, a complexidade e amplitude das decisões gerenciais e apontam para a necessidade de soluções globais para uma melhor racionalização e otimização dos recursos públicos.

Além desses enormes desafios enfrentados pela gestão das nossas cidades temos as questões ligadas aos bolsões de exclusão social nas periferias dos grandes centros urbanos. Por isso entendemos que o melhor caminho para a nova segurança pública deve estar amparado na ciência, na tecnologia, na visão comunitária, na articulação sistêmica, na capacitação constante dos seus operadores e gestores, bem como de todos os profissionais do sistema criminal.
Devemos adotar como paradigma complementar o uso intensivo de tecnologias da informação, de telecomunicações (TIC) e outras novas tecnologias, além das ciências forenses e na interação e integração com todas as estruturas do estado e da sociedade civil. Esses são os novos paradigmas dessa nova segurança pública de resultados.

Remodelar estruturas e culturas organizacionais será o grande desafio que o futuro Governo do Distrito Federal enfrentará para colocar à disposição do cidadão do Distrito Federal uma segurança pública que atenda plenamente às exigências dessa nova cidadania.

As raízes da violência e da criminalidade, paradoxalmente, não estão situadas nas áreas da lei e da ordem, mas na exclusão social, na impunidade, na inércia ou na anomia do estado, como um todo, em atender o cidadão nas suas necessidades humanas básicas de saúde, moradia, educação, transporte, esporte, segurança pública e defesa social, segurança alimentar, lazer, emprego e renda. Essas raízes não estão afetas à polícia, mas sim a outras instituições governamentais que devem desenvolversuas politicas públicas setoriais, mas que tenham convergência com as politicas de segurança e defesa do cidadão. Por isso os governos e a sociedade não podem creditar o descontrole da criminalidade somente à polícia. O estado deve estar presente em todas as comunidades com toda a gama de serviços públicos disponíveis e ofertá-los com eficiência, eficácia e qualidade, caso contrário essa comunidade será cooptada, facilmente, pelo tráfico ouo crime organizado. Quando esse cenário se concretiza, também estará criada a subcultura da violência e o consequente incremento da criminalidade.

No controle da criminalidade as politicas públicas econômicas e sociais têm mais eficiência e eficácia que todo o conjunto das politicas de segurança pública. Por isso deveremos ter uma segurança pública que tenha eficiência e efetividade, mas que todas as outras instituições do Estadotenham a suas politicas públicas setoriais, igualmente, eficientes e eficazes, além de terem sintonia (transversalidade) com a segurança pública se quisermos proporcionar um bom controle social e umasensação de paz social. Teremos de conter os desvios de comportamentos individuais e coletivos com eficácia e punir, exemplarmente, para servir como medida profilática para o conjunto do corpo social.

Por isso todas as estruturas do Estado e organizações da Sociedade Civil têm de fazer a parte que lhes cabem na segurança do cidadão e, consequentemente, de toda a sociedade. Finalmente, para que o aparato de segurança pública tenha efetividade na prestação dos seus serviços, não pode atuar de forma improvisada, desarticuladoou politicamente partidarizado como se apresenta hoje em dia!

Fonte: Wellington Corsino do Nascimento – Cel RRPMDF

Blog da Cris

Postado por Lusimar Arruda ( JABÁ )

Manifestações

GOVERNADOR RODRIGO ROLLEMBERG ANUNCIA O SECRETARIADO !

Nesta segunda feira dia 15 de Dezembro , há 15 dias de assumir o Comando do Palácio do Buriti o governador eleito Rodrigo Rollemberg anunciou os Secretários do Primeiro escalão, onde chama a atenção a chegada de um Sociólogo na pasta da Segurança Pública.

Neste primeiro momento não podemos alarmar ou tecer algum valor, no entanto por se tratar de um Sociólogo esperamos mudanças no tratamento dado aos Policiais , bem como a efetivação de um Código de Ética que traga a dignidade e a humanização  em nossa categoria.

É bom relatar acerca da tão esperada mudança na Casa Militar, onde sai o Cel Rogério Leão e chega para assumir a pasta  o Cel Claudio Ribas  oriundo da Academia deixando para traz nomes mais antigos que representam as turmas de R2. É mais uma oportunidade que os novos Coroneis têm de mostrar o seu valor diante da Corporação e da Sociedade Candanga.

Esperamos que haja respeito com a categoria e que as pastas aqui relatadas permaneçam em constante diálogo para legitimar o governo como um novo modelo de fazer política descentralizando poder , abrindo espaço para a construção coletiva. Com este modo o Governador poderá evitar inúmeras dores de cabeça que o seu antecessor teve pela falta de uma política construtiva e valorosa. Estamos atentos a tudo que permeia estes processos.

Esperamos e torcemos pelo novo governo para que a Luz chegue e  avance para um novo tempo de conquistas sociais e políticas, assim desejamos.

 

Por Lusimar Arruda ( JABÁ )

Manifestações

HÁ UM ANO O SENADOR RODRIGO ROLLEMBERG DEFENDEU UM NOVO PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS AOS POLICIAIS E BOMBEIROS DO DF…

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB – DF. Como Líder. Sem revisão do orador.) – Srª Presidente, Srs. Senadores, Senador Humberto Costa, Senador Paulo Paim, acabei de acompanhar uma comissão. Na verdade, cheguei um pouco atrasado. O Presidente da Câmara já havia recebido uma comissão de policiais militares e bombeiros militares do Distrito Federal, que estão muito preocupados com o clima de divisão que vive a categoria. Procuraram a ajuda do Presidente da Câmara dos Deputados para que o Governo do Distrito Federal retome o diálogo com os policiais militares e com os bombeiros militares, tendo em vista uma solução para a crise da segurança pública no Distrito Federal.

Está havendo muita falta de habilidade, no nosso entendimento, na condução dada pelo Governo do Distrito Federal. Houve uma assembleia na última semana, que reuniu mais de 10 mil policiais militares, e os oficiais decidiram um conjunto de reivindicações.

E, logo em seguida, houve outra assembleia convocada pelos oficias, com número muito menor de pessoas, que decidiram no entendimento diverso da assembleia anterior, composta, sobretudo, por praças da Polícia Militar. O fato é que houve um impasse, e o Governo do Distrito Federal resolveu punir um conjunto de policiais militares.

Nós, aqui, estamos no sentido de advogar pelo diálogo, para que seja retomado o ambiente de diálogo, porque, da forma como está, todos perdem: perdem as corporações, perdem os policiais militares e os bombeiros, perde o Governo do Distrito Federal, mas, sobretudo, perde a população do Distrito Federal.

É importante que o Governo do Distrito Federal negocie com o Governo Federal e envie, imediatamente, uma proposta de plano de cargos e salários para a Polícia Militar e para o Corpo de Bombeiros – e é importante que essa proposta não reflita, apenas, a visão dos oficiais, ou a visão do Comando da Polícia Militar, mas também que possa refletir os anseios dos praças.

Há, de fato, algumas questões que precisam ser modificadas: o Regimento Interno, o Regimento que, ainda, é o regulamento disciplinar, que ainda é o regulamento do Exército. Alguns Estados já construíram um código de ética que tem funcionado com eficiência. Outro dia, tive a oportunidade de dizer, aqui, que, ao contrário de todas as outras profissões, de todas as outras atividades, hoje um soldado passa mais de dez anos para obter uma promoção, e essa promoção nem sempre acontece e, quando acontece, o aumento salarial é irrisório.

Portanto, há questões que precisam ser enfrentadas. Há um mito de que a Polícia Militar do Distrito Federal é a polícia mais bem remunerada do Brasil – já foi, não é mais. Hoje, é a oitava remuneração do País e, se ponderamos com os índices de inflação, o Distrito Federal está na 13ª posição. Portanto, quero aqui fazer um apelo ao Governador em exercício, Tadeu Filippelli: ele tem o poder para fazer isso, no sentido de que possa distensionar esse ambiente, em relação, inclusive, aos policiais…

(Soa a campainha.)

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB – DF) – … que estão detidos, neste momento, para, com isso, construir um ambiente de diálogo, retomar um ambiente de diálogo para que possa ser construída uma solução definitiva.

Quero dizer que, de parte da Bancada federal, nós já nos reunimos, convocamos o Secretário de Segurança Pública, associações representativas dos policiais militares e bombeiros do Distrito Federal. de nossa parte, estamos dispostos a fazer o que for necessário aqui no âmbito do Congresso Nacional, de apreciar e votar com rapidez um novo plano de cargos e salários.

Agora, registrando que é de iniciativa exclusiva do Governo Federal a partir de provocação feito pelo Governo do Distrito Federal a iniciativa de apresentação de um plano de cargos e salários da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. É muito importante essa posição.

Nós não podemos mais viver com notícias como as que estão veiculadas, hoje, no Correio Braziliense, que são muito ruins para a imagem da cidade de que, na página oficial do Ministério de Turismo da França, eles estão recomendando aos franceses que virão à Copa do Mundo para tomarem cuidado com sequestro relâmpago na Capital. Isso não pode acontecer.

Nós temos que retomar o clima de confiança, o clima de segurança, a sensação de segurança, e, para isso, é muito importante que a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros estejam trabalhando motivados. A iniciativa para isso, a solução para isso está nas mãos do Governo do Distrito Federal.

Esse o registro que eu gostaria de fazer, Senador Angela Portela, agradecendo ao Senador Humberto Costa por ter cedido esta oportunidade de falar.

Muito obrigado.

fonte> rollemberg.com.br

Manifestações

O FIM DE UM GOVERNO DO CAOS !

Há quatro anos o cenário da Capital do País era de esperança, onde o Governador eleito era do mesmo partido da presidente e a CLDF tinha o presidente um ex-policial militar, tudo parecia muito bonito, o discurso era o melhor possível, o grande problema foi a prática.

O Partido dos Trabalhadores esteve durante 04 anos no poder. Isso com o maior orçamento da historia do Distrito Federal e nada deixa de legado. Porém, lembro que o Governador eleito Agnelo Queiroz disse na época que iria entrar para a historia da CAPITAL e entrou como o pior governador de todos os tempos e único com a máquina na mão que não avançou ao Segundo Turno das eleições, uma vergonha.

Hoje a Cidade está abandonada, falta alimentação aos pacientes nos hospitais, o transporte é uma paralisação atrás da outra e a sujeira está por toda a parte, o que vamos fazer ?  perguntam amigos diariamente; Como será o próximo governo ?

Podemos afirmar que grandes expectativas geram grandes frustrações. Talvez por este detalhe e o cenário de desconfiança podem ser aliados a Gestão do Governador Rodrigo Rollemberg, e Brasília merece isso, as Instituições esperam servir e serem percebidas com as suas devidas importâncias. Sou otimista por natureza e desejo sorte aos brasilienses e ao novo governo.

 

POR LUSIMAR ARRUDA ( JABÁ)

Manifestações

NÚMERO DE POLICIAIS MORTOS NO PAÍS É ALARMANTE

Manifestações

CÂMARA VOTA PROJETO DE LEI

A Câmara dos Deputados nesta quarta dia 03  de Dezembro as 14 horas , em sua Comissão de Segurança Pública  votará  o projeto de Lei 7645 que acaba com o RDE e RDPM .

Esse projeto se torna um Marco na vida dos Policiais e Bombeiros que são profissionais de Segurança Pública e a prisão é um instrumento utilizado no Estado Democrático de Direito para deter aqueles que cometem infrações penais, Policiais e Bombeiros salvam vidas e não podemos vivenciar com este tratamento de exceção.

A PRESENÇA SUA É DE SUMA IMPORTÂNCIA , VAMOS MOSTRAR A NOSSA INDIGNAÇÃO CONTRA UM INSTRUMENTO CHAMADO JUSTIÇA MILITAR QUE É UM MARCO DO RETROCESSO EM NOSSAS VIDAS,.

SÓ QUEM PASSA POR LÁ SABE O QUANTO É RUIM E DANOSO AO SER HUMANO POLICIAL E BOMBEIRO !

 

POR LUSIMAR ARRUDA ( JABÁ )

Manifestações

AS MUDANÇAS QUE ESPERAMOS !

Neste final de ano temos recebido algumas ligações de companheiros perguntando , Jabá o que será de nossa categoria ?

Sempre respondo que é cedo para sofrermos por antecipação, pois o Governador eleito Rollemberg sabe que apesar das dificuldades que possam vir em relação as demandas de nossa categoria, ele também sabe que o Governador Agnelo perdeu o mandato por abandonar a Segurança Pública e os principais opositores foram aqueles que mais sofreram com o descaso e o abandono. Policiais e Bombeiros.

A nossa categoria está nas ruas e um pequeno abandono pode ser a senha para desencadear novos movimentos pela insatisfação que norteiam os policiais nas ruas. Temos que ser valorizados e ter as escalas respeitadas e definidas, onde permita o SVG MAIS VALORIZADO E COM MENOR CARGA HORÁRIA.

Estamos atentos e nortearemos aos interessados governantes os caminhos para que Policiais e Bombeiros voltem a sorrir, para que a Capital do País seja segura e exemplo para o País.

Não estamos parados amigos, mas esperamos um início de governo para saber  quais as definições tomaremos e quais as questões serão aperfeiçoadas pelo Governo e como se dará o atendimento durante o mandato do mesmo.

Vamos trabalhar, mostrando o nosso valor, vamos cobrar e definir os caminhos com naturalidade e responsabilidade, para que possamos sair vencedores neste novo processo de busca por valorização.

 

Por LUSIMAR ARRUDA ( JABÁ)

Manifestações

CENÁRIO NACIONAL E A NOSSA CATEGORIA !

Muitos falam em uma série de questionamentos sobre a nossa perspectiva futura, mas não vejo as pessoas fazerem a leitura do Cenário político do País , principalmente porque tudo em que for necessário apresentar estaremos diante de uma lei Federal.

Certamente precisamos entender o que queremos, já que nos falta entendimento para alçar vôos maiores pela limitação de entendimento que nos rodeiam enquanto categoria. Sempre fui contra destruir para conquistar.  E  esta política pequena que ao longo de décadas foi apresentada como a solução mágica é um engodo ; a grande   verdade é que  o quanto pior melhor nos trouxe prejuízos e feridas que estão expostas a cada dia, basta ler um ou outro espaço  . Ficamos sem representação política  e tudo que foi conquistado com muita luta pode perder-se pelo espaço e força política dos oficiais.

Sempre quis uma categoria fortalecida, que pensasse de forma unida e construtiva, mas o que vejo é um projeto que veda a ascensão profissional com mais força do que qualquer outro que possamos apresentar hoje pela nossa desorganização.

Imagine hoje um tenente QOPMA com mais uns anos para servir a população do DF, se avança um projeto como este que ai está, seu prejuízo é grande, porém imaginem aqueles que têm mais de 23 anos de polícia e ainda é terceiro sargento. A categoria está sem fluxo na carreira e ainda não temos uma política interna de promoções que agrade e nem uma divisão salarial interna justa, e isso temos que rever. Um soldado tem que ganhar no mínimo 50% de um coronel e sucessivamente as outras graduações e patentes, temos que pensar grande e no todo.

O grande desafio será o Congresso Nacional que nos próximos anos será um espaço com maior oposição e muitas CPIs as quais tomarão o maior tempo daquela casa e a nossa Categoria tem que estar bem direcionada e emanada para conseguir os nossos objetivos. A Presidente estará mais preocupada com a economia e os gastos certamente serão tolidos, mesmo com o FCDF a nosso favor teremos dificuldades, precisamos rever  e definir se atuamos individualmente ou coletivamente.

A categoria não pode ser usada como oposição de forma degradante visando trazer A ou  B ao poder, até mesmo porque a cada quatro anos perdemos dinheiro e qualidade de vida, temos que estar atentos e parece que alguns ainda não perceberam este jogo que parece querer continuar.

Para isso vamos sensibilizar o Governador e Parlamentares, levando a cada dia as demandas que possam ser efetuadas com sabedoria, visando mudanças estaremos atentos aos cenários local e Federal, sem fazer a oposição por fazer, vamos mostrar, construir e cobrar, esse é o nosso papel.

 

POR LUSIMAR ARRUDA (JABÁ)

 

Manifestações

A POLÍTICA INTERNA DEVE MUDAR !

Nos últimos anos assistimos nossa Categoria enfraquecer politicamente, uma categoria que tradicionalmente era vista como uma das fortes no cenário político do Distrito Federal, hoje desfalece em perguntas e a falta de respostas que distanciam a política de nossa vida profissional.

Qual o próximo bizú ?

Hoje temos que esperar para saber os avanços e como ocorrerão os trabalhos políticos visando melhorar a Segurança Pública e a nossa categoria em especial . Contudo , nas décadas de 90 e 2000 a situação era diferente,  e você me pergunta Por quê ?

Nossa categoria era mais unida e por isso conquistamos  as melhorias que para muitos é nada , mas me digam se um policial que assistiu colegas passarem 30 anos soldado serem reformados sem nada a mais, hoje estão indo embora no mínimo primeiro sargento, é pouco  ? É . Mas quando olhamos no retrovisor percebemos que avançou e a política fez isso, por meio das leis 12086, 10486, 11.134, que regem a nossa batuta com a União.

A formação exigida era inferior , contudo o engajamento com a causa era maior e nós que temos mais de 20 anos , observamos o modelo auto-suficiente e egocêntrico por mudanças sociais e isso nos tornou frágeis e melindrados com causas menores, porém esquecendo-se que a influência política é a mais importante no contexto do Distrito Federal.

Devemos repensar se realmente deixar de ter representação política é um  avanço como muitos dizem, por desconhecer a complexidade de nossas demandas e de nossa categoria enquanto força militarizada e limitada.

Esperar por paisanos como muitos deflagram será a oportunidade de rever a política interna, sofrer e entender que o bolo a ser dividido no FCDF com Saúde e Educação que ganharam espaço nesta eleição, se tornará mais constrangedor, Pois  o Fundo Constitucional  é fruto de uma greve de nossa categoria .  A cada dia o FCDF  mais ambiciona outras categorias que ainda acham importante ter representação política. Nesta toada perdemos pela falta de visão e compromisso conosco.

 

POR LUSIMAR ARRUDA (JABÁ)

Manifestações