CENÁRIO NACIONAL E A NOSSA CATEGORIA !

Muitos falam em uma série de questionamentos sobre a nossa perspectiva futura, mas não vejo as pessoas fazerem a leitura do Cenário político do País , principalmente porque tudo em que for necessário apresentar estaremos diante de uma lei Federal.

Certamente precisamos entender o que queremos, já que nos falta entendimento para alçar vôos maiores pela limitação de entendimento que nos rodeiam enquanto categoria. Sempre fui contra destruir para conquistar.  E  esta política pequena que ao longo de décadas foi apresentada como a solução mágica é um engodo ; a grande   verdade é que  o quanto pior melhor nos trouxe prejuízos e feridas que estão expostas a cada dia, basta ler um ou outro espaço  . Ficamos sem representação política  e tudo que foi conquistado com muita luta pode perder-se pelo espaço e força política dos oficiais.

Sempre quis uma categoria fortalecida, que pensasse de forma unida e construtiva, mas o que vejo é um projeto que veda a ascensão profissional com mais força do que qualquer outro que possamos apresentar hoje pela nossa desorganização.

Imagine hoje um tenente QOPMA com mais uns anos para servir a população do DF, se avança um projeto como este que ai está, seu prejuízo é grande, porém imaginem aqueles que têm mais de 23 anos de polícia e ainda é terceiro sargento. A categoria está sem fluxo na carreira e ainda não temos uma política interna de promoções que agrade e nem uma divisão salarial interna justa, e isso temos que rever. Um soldado tem que ganhar no mínimo 50% de um coronel e sucessivamente as outras graduações e patentes, temos que pensar grande e no todo.

O grande desafio será o Congresso Nacional que nos próximos anos será um espaço com maior oposição e muitas CPIs as quais tomarão o maior tempo daquela casa e a nossa Categoria tem que estar bem direcionada e emanada para conseguir os nossos objetivos. A Presidente estará mais preocupada com a economia e os gastos certamente serão tolidos, mesmo com o FCDF a nosso favor teremos dificuldades, precisamos rever  e definir se atuamos individualmente ou coletivamente.

A categoria não pode ser usada como oposição de forma degradante visando trazer A ou  B ao poder, até mesmo porque a cada quatro anos perdemos dinheiro e qualidade de vida, temos que estar atentos e parece que alguns ainda não perceberam este jogo que parece querer continuar.

Para isso vamos sensibilizar o Governador e Parlamentares, levando a cada dia as demandas que possam ser efetuadas com sabedoria, visando mudanças estaremos atentos aos cenários local e Federal, sem fazer a oposição por fazer, vamos mostrar, construir e cobrar, esse é o nosso papel.

 

POR LUSIMAR ARRUDA (JABÁ)

 

Manifestações

A POLÍTICA INTERNA DEVE MUDAR !

Nos últimos anos assistimos nossa Categoria enfraquecer politicamente, uma categoria que tradicionalmente era vista como uma das fortes no cenário político do Distrito Federal, hoje desfalece em perguntas e a falta de respostas que distanciam a política de nossa vida profissional.

Qual o próximo bizú ?

Hoje temos que esperar para saber os avanços e como ocorrerão os trabalhos políticos visando melhorar a Segurança Pública e a nossa categoria em especial . Contudo , nas décadas de 90 e 2000 a situação era diferente,  e você me pergunta Por quê ?

Nossa categoria era mais unida e por isso conquistamos  as melhorias que para muitos é nada , mas me digam se um policial que assistiu colegas passarem 30 anos soldado serem reformados sem nada a mais, hoje estão indo embora no mínimo primeiro sargento, é pouco  ? É . Mas quando olhamos no retrovisor percebemos que avançou e a política fez isso, por meio das leis 12086, 10486, 11.134, que regem a nossa batuta com a União.

A formação exigida era inferior , contudo o engajamento com a causa era maior e nós que temos mais de 20 anos , observamos o modelo auto-suficiente e egocêntrico por mudanças sociais e isso nos tornou frágeis e melindrados com causas menores, porém esquecendo-se que a influência política é a mais importante no contexto do Distrito Federal.

Devemos repensar se realmente deixar de ter representação política é um  avanço como muitos dizem, por desconhecer a complexidade de nossas demandas e de nossa categoria enquanto força militarizada e limitada.

Esperar por paisanos como muitos deflagram será a oportunidade de rever a política interna, sofrer e entender que o bolo a ser dividido no FCDF com Saúde e Educação que ganharam espaço nesta eleição, se tornará mais constrangedor, Pois  o Fundo Constitucional  é fruto de uma greve de nossa categoria .  A cada dia o FCDF  mais ambiciona outras categorias que ainda acham importante ter representação política. Nesta toada perdemos pela falta de visão e compromisso conosco.

 

POR LUSIMAR ARRUDA (JABÁ)

Manifestações

ROLLEMBERG ERRA SE QUISER !

O Governador eleito Rodrigo Rollemberg tem recebido de alguns policiais e bombeiros , como eu mesmo o fiz no último sábado,ocasião em que  lhe entreguei vários documentos que mostram a importância d Policiais e bombeiros militares na Segurança Pública do DF.

O próximo executivo sabe que o calcanhar de Aquiles do PT foram essas categorias e o remédio para o problema é o tratamento respeitoso, zeloso executando aquilo que lhe é facultado, uma vez que o FCDF está recebendo mais uma gordura no próximo ano.

A Carreira é um desafio, porém o atual governo deixa problemas básicos como o GSV e a falta de celeridade nas promoções e cursos como CAP e CAEP, que na minha visão se torna desnecessário aos policiais que fizeram o TECSOP, infelizmente a administração não compreende assim,nem se importa em perceber que um curso superior foi executado à distância e ele deve ser valorizado para o bem daqueles que fizeram e serve como desafogo de CAP e CAEP, além de remunerar um pouco mais aos profissionais que almejam melhorias e dignidade.

A carreira do policial inexiste e o governador eleito tem  que valorizar tudo,  como por exemplo este voluntário que tira o policial do seio da família e paga bem abaixo do necessário. Hoje o SVG não pode ser superior a 06 horas e a cada hora seja pago o valor de  100 reais para dar a devida importância na folga que o policial teria. Afinal quando mum policial sai de casa ele não sabe se volta e isso deve ser levado em conta.

O olhar determina tudo , neste aspecto o governador tem que ser sábio, e quem fala da vida do praça é o praça, pois ele sente na pele a desvalorização  e as lideranças que insistem em buscar esta valorização devem ser ouvidas com a perspectiva construtiva de uma sociedade bem atendida pelos policiais e bombeiros militares que são os melhores do Brasil.

Equipe Jabasta sempre acompanhando o Jabá percebemos o quanto o mesmo tem se concentrado em fazer um trabalho digno. Pedimos que ele escrevesse este termo por acharmos justo , por isso amigos acreditamos que este espaço e de construção para prosperar a nossa categoria.

Agradeço a posição daqueles que acreditaram e acreditam em nosso trabalho , pois potencializar uma liderança demanda tempo, enérgia e muita destreza do liderando e dos liderados.

Por Lusimar Arruda e equipe Jabasta !

Manifestações

POLÍCIA BRASILEIRA É UMA DAS MAIS DESVALORIZADAS DO MUNDO !

A reportagem anterior fala de uma pesquisa feita de forma desigual e desproporcional.

A matéria nos compara com uma polícia de primeiro mundo, que é respeitada, bem remunerada e seus membros são heróis,não há  linchamento público conforme em nosso País há.

Uma vez comparando a educação e o seu modelo  nacionalista Paulo Freire , mostra que a educação na Africa acontece de um modo e o professor acompanha a interação dos alunos numa determinada gravura, ali se fala do lugar , daquela realidade física e cultural, a comparação é descabida quando se compara a nós.

Certa feita foi uma experiência em que alunos americanos eram instruídos num determinado espaço e eles tinham um aproveitamento excepcional,no entanto ao comentar com  um Cacique sobre as bem feituras, o Cacique disse:

- Se eles forem caçadores como os meus, e mergulharem na água para pescar e conhecer a selva e os seus perigos salvando suas próprias vidas , digo que realmente são bons.

Estas duas curtas propostas soam como a pesquisa que mostra o quanto matamos, mas não vi ninguém questionar quando morremos defendendo vidas que nem conhecemos.

Esta reportagem deixa de relatar que na década de 80 em Nova York ninguém tinha vida e o Governo Norte americano encarou o problema com um choque de gestão criando o tolerância zero. Este projeto reorganizou a Polícia e  a valorizou de forma digna enquanto por aqui  nós nunca vimos uma ação positiva para mudar a polícia brasileira.

Não podemos esquecer as câmeras que filmam os policiais americanos agredindo  no ato de prisão e nunca assistimos os direitos humanos questionarem  tais ações, há respeito por aquela prisão, afinal o elemento capturado representa o perigo à sociedade, enquanto aqui o policial se envolve com uma pequena situação e ,logo o tratam como bandido , como se ele não estivesse cumprindo o seu dever. Mais uma vez percebemos que aqui se trata um policial de forma marginalizada , lá se trata um policial como  herói. Aqui bandidos são levantados pela mídia ocupando um espaço que em nada constrói o nosso cotidiano. Precisamos rever o que transmitimos ao povo brasileiro.

Estamos na Capital do País e vivenciamos uma crise sem precedentes na Segurança Pública onde nós Policiais Militares sequer têm uma carreira e muito menos um salário balizado com os outros segmentos da Segurança Pública.A Capital deveria ser o modelo para o restante do Estado brasileiro, infelizmente não é o que vemos dia a dia.

Na verdade com as condições em que os Policiais são tratados neste País, ainda se faz milagre, pouco matam os policiais, na verdade quem mata é o Estado quando deixa de dar dignidade ao policial , expondo-o como se fossemos bandidos, e mais uma vez o jornal perde a oportunidade de mostrar a realidade, porque números isolados a quem interessa ?

por Lusimar Arruda ( JABÁ)

 

Manifestações

Polícia brasileira mata seis pessoas por dia

Número de mortes em 5 anos equivale ao de 3 décadas nos EUA

 

Os policiais brasileiros mataram, entre 2009 e 2013, uma média de seis pessoas por dia pelas ruas do País. Foram ao menos 11.197 óbitos provocados pelos homens da lei nesses cinco anos, mais do que a polícia norte-americana, que matou ao longo de 30 anos 11.090. Os dados fazem parte do mais recente levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e compõe o 8º Anuário de Segurança Pública produzido pela ONG.

Ainda de acordo com o levantamento, a tropa mais letal do País está no Rio de Janeiro, seguido por São Paulo e pela Bahia.

 

O Distrito Federal é a unidade da Federação com o terceiro melhor índice do anuário. Em todo o ano passado, foram registradas cinco mortes por policiais em serviço, número que só supera os dos estados do Amapá (uma morte) e Tocantins(duas).

 

ESTADO DO RIO

            Embora continue liderando o ranking de letalidade, o que ocorreu em quase todos os anos pesquisados pelo Fórum, a polícia do Estado EFE/ ANTONIO LACERDA.

 

»          A violência gerou ao Brasil um custo de R$ 258 bilhões, em2013, o que representa 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o Anuário.

 

»          A maior parte do valor está relacionada ao custo social da violência – que inclui despesas–, um total de R$ 192 bilhões. Com mortes e gastos com saúde

 

»          O cálculo do custo da violência reúne também os gastos com prisões e unidades de medida socioeducativas (R$ 4,9 bilhões) e com segurança pública (R$61,1 bilhões). De acordo com o Fórum, o Brasil gasta três vezes mais com os problemas gerados em decorrência de ineficiências de segurança, do que com a pasta em si.

 

O Rio reduziu para menos da metade a quantidade desse tipo de homicídio. Em 2009, os homicídios no Rio provocados por policiais em serviço chegaram a 1.048 registros: 54% de todas as mortes praticadas pela polícia do País naquele ano. Já em2013, esse número caiu para menos da metade, com 416 registros, o que representa 20% das mortes em intervenção policial.

 

2.212 pessoas foram mortas por policiais no País no ano passado

 

Números assustam entidade

            O Fórum Brasileiro de Segurança Pública foi criado em 2006 com objetivo de construir um ambiente de cooperação técnica na área de atividade policial e na gestão de segurança pública. O anuário apresenta dados sobre custo da violência, estatísticas de crimes e outras informações sobre o tema. Para a diretora-executiva da ONG, Samira Bueno, a melhor notícia do anuário é a redução dos números no Rio. “Desde a implantação das UPPs, o Rio tem tido uma redução”. Expressiva de letalidade.

A única notícia boa desse cenário extremamente notícia boa desse cenário extremamente triste. “Seis pessoas mortas por dia é muita coisa”, disse ela. São Paulo até poderia receber elogios semelhantes, já que as mortes por intervenção policial caíram de 566 para 364 em cinco anos (queda de 36%). Esse bom desempenho, porém, acaba eclipsado pelo aumento de quase 40% dos homicídios praticados por policiais no horário folga.

 

490 policiais foram mortos durante o serviço em 2013

 

Perda de vida é alta durante o serviço

            Somente em 2013, as polícias brasileiras mataram, durante o serviço, 2.212 pessoas. O número é menor do que o verificado no ano anterior, quando 2.332 pessoas foram mortas pela polícia no Brasil. Apesar da queda, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública avalia que a diferença não indica uma melhora ou tendência de mudança. A organização aponta que é preciso rever o padrão de atuação das forças policiais.

A maioria dos estado não tinha, até há pouco tempo, controle ao menos das mortes praticadas por policiais de serviço. Apenas 11 das 27 unidades federativas conseguiram apresentar essa contabilidade solicitada pelos pesquisadores do Fórum. Em relação à quantidade policiais mortos, houve um aumento em 2013 na comparação com o ano anterior. Foram 490 mortes, 43 a mais do que 2012. A média no País é 1,34 policial assassinado por dia. Desde 2009, 1.170 agentes foram mortos. A maioria das mortes (75,3%) ocorreu quando não estavam em serviço. O Rio de Janeiro é o estado com maior número de casos, com 104, seguido por São Paulo (90) e Pará (51).

 

Fonte: JORNAL DE BRASÍLIA

Manifestações

GOVERNADOR ELEITO RODRIGO ROLLEMBERG FALA AOS POLICIAIS E BOMBEIROS !!!

Este vídeo tem circulado nas redes sociais, e nós como policiais responsáveis que somos não devemos deixar de expor ao nosso público.
Este vídeo mostra o compromisso do futuro governador com as categorias, e isso o compromete conosco,  mostrando haver esperança para os nossos anseios e vamos buscar o diálogo para referendar nossas buscas.
O blog jabasta é um espaço democrático. Nossa equipe visa construir uma categoria mais forte e valorizada.
Não faremos oposição oportunista que possam prejudicar a coletividade.  Temos a convicção que pensando na categoria, Jabá sentou com várias autoridades, mesmo sendo achincalhado por adversários ele se manteve firme, mesmo se prejudicando esteve com parlamentares porque o nosso foco é coletivo.
Desde 2010 Jabá faz parte do grupo político de Roriz que em 2014 estava com o Arruda.
Mesmo com a mudança de candidato, ficou firme em 2010 com a Dona Weslian Roriz e em 2014 com Frejat.
Apesar de receber convites de adversários, ele perseverou no que acredita.
Para o nosso grupo Jabá diz que não se mistura política reivindicatória com política partidária.  Segundo ele este é um dos maiores erros da categoria que foi crucial para uma derrota da coletividade.
Quando aprendermos o jogo político seremos mais respeitados. Daqui uns meses estaremos em um novo ciclo e então veremos como se comportam aqueles que pensam que o quanto pior melhor.

Equipe Jabasta

Manifestações

POLICIAL : UMA PROFISSÃO QUE REQUER VALORIZAÇÃO

Em todo País os dramas dos policiais militares são os mesmos . A falta de valorização e a proteção do estado que nunca acontece para o nosso contentamento nem tampouco para proteger a sociedade que sofre com a violência.

Brasília é uma cidade diferente, onde o custo benefício é muito alto e o nosso policial tem sofrido pela desvalorização e está descrente de tudo, e infelizmente interfere na caminhada contra o crime.

Temos perdido muito. Precisamos resgatar a nossa dignidade e o novo governador tem que compreender e acenar com uma carreira justa e digna .
Não podemos perder tanto em tão pouco tempo.

Acorda povo !!!!

Por Lusimar Arruda Jabá

Manifestações

A ESPERA DO POLICIAL É POR VALORIZAÇÃO !

Ainda sob efeitos das eleições e suas consequências policiais e bombeiros analisam o quadro político para saber o que pode ocorrer nos próximos anos. Entendo que nesta eleição perdemos muito e para reconstruir requer tempo e persistência daqueles que ousam em brigar pela valorização do policial e bombeiros militares.

A ressaca no entanto , mostra um quadro de desencanto e a esperança não faz parte do cotidiano dos policiais e bombeiros mesmo sabendo que temos primeiros suplentes nas diversas legendas , contudo sabemos da importância da titularidade do mandato. A representação deve acontecer , mas com limitações .

Esperamos que o governo não queira assistir uma Segurança Pública esfacelada onde pais de família contam com o SVG para compor os salários que estão defasados e agora vivem em constante ameaças de tirá-lo, por isso deem aos policiais e bombeiros os mesmos valores pagos aos outros seguimentos da Segurança Pública.

Não posso concordar com valores diferenciados  pagos por exemplo na gratificação de risco de vida , pois  os primeiros a chegar em uma troca de tiros são os policiais militares, diuturnamente estão na linha de frente e isso não é reconhecido, fique atento   governador  Rodrigo Rollemberg, vossa excelência sabe porque o governador Agnelo caiu.

Nosso espaço será um mecanismo de cobrança e também um espaço acolhedor aos nossos companheiros policiais e bombeiros, aqui não há temor em buscar de verdade a valorização mesmo com o alto preço que temos pago diariamente.

A nossa política é a de valorização da Categoria, onde pode  começar o respeito por ela e terminar numa prestação relevante de serviços à sociedade candanga. Valorize o policial e o bombeiro para que haja Segurança Pública de qualidade.

 

 

POR  Lusimar ARRUDA (JABÁ)

Manifestações

Agnelo fala em situação boa nas contas, mas Rollemberg teme deficit

Eles estão reunidos no Palácio do Buriti com os vices para discutir a transição do governo

O governador Agnelo Queiroz (PT) apresentou ao chefe do executivo eleito, Rodrigo Rollemberg (PSB), na manhã desta sexta-feira (31/10), um relato da situação orçamentária do Distrito Federal. Durante o encontro, Queiroz ressaltou que a situação das contas está bem organizada, mas Rollemberg teme ter dificuldades com um déficit nas contas públicas. “A conversa está sendo boa. Esperamos contar com a boa vontade do governador”, diz o socialista.

Questionado sobre um possível deficit de R$ 2,1 bilhões nos cofres públicos, Agnelo não admitiu nem negou. “A partir de agora, o Rollemberg terá acesso a esses dados. Posso dizer que deixarei para ele uma situação muito melhor do que peguei em 2011 quando assumi o governo”, disse.

A reunião começou por volta das 10h. Minutos depois, os dois saíram para falar com a imprensa e continuaram as discussões a portas fechadas. Estão no Palácio do Buriti, Agnelo, Rollemberg e os vices Tadeu Filippelli (PMDB) e Renato Santana (PSD).

fonte: correioweb

Manifestações

ELEIÇÕES FINALIZADAS ! O QUE NOS AGUARDA ?

As eleições de 2014 chegaram ao fim, e com o fim deste ciclo político,  teremos  logo  outro para mais 04 anos de esperança com encanto ou desencanto.

Aprender com os erros é fortúnio para nós policiais e bombeiros,vamos nos organizar . No entanto o maior questionamento vem no âmbito Nacional onde tantas denúncias e movimentos não foram suficientes para tirar a Presidente Dilma e o PT  do poder.

Posso dizer que o novo assusta , mas não foi apenas isso , o retrato mostra que os marqueteiros sabem o que estão fazendo ao manobrar o processo eleitoral onde o povo apenas vota como um mero participante.

Será que adiantou tantas manifestações ?

Digo isso porque na época o País pegava fogo e o povo gritava fora Dima…. meses depois vieram as denúncias da Petrobrás dentre outras e nada. A mulher estava forte como um paquiderme vestido de vermelho para mais uma temporada de 04 anos no comando da nação.

Na Capital Federal o Senador Rodrigo Rollemberg deixa o Senado para o ex- petista Hélio Gambiarra assumir quatro anos na cadeira de Senador sem ter um voto sequer, são as regras do jogo. Rollemberg foi eleito Senador  na Coligação do PT há 04 anos atrás e foi um dos principais avalistas de Agnelo Queiroz nas 13 promessas de Campanha. Na praça,  quando o ator principal não paga quem assume é o avalista,; Talvez por isso Rollemberg não quis prometer, afinal já deve 13.

Vamos seguir não apenas como opositor ao atual governo, mas sabendo que temos a cobrar e a  mostrar que podemos ser valorizados independentemente  do Governo, pois a nossa maior luta é para  sermos  reconhecidos como carreira  de Estado com um tratamento  digno   para findar esta lamúria que nos cerca a cada eleição.

Por

LUSIMAR ARRUDA  JABÁ

Manifestações