TERCEIRA PARTE DE UMA SAGA DE LUTAS DE UMA CATEGORIA !

roriz(1999 – 2002) Terceira Legislatura

Terceira Legislatura (1999-2002)

Neste período foi um momento diferente, entrando no novo milênio, o mundo acaba ou não ? Muitas pessoas com medo  e a vida seguia com as incertezas. Porém a nossa categoria seguia decepcionada porque o ex-Governador Joaquim Roriz retornara ao poder após um eleição apertada contra o atual senador Cristovam Buarque.

Esperando dias piores o começo do governo foi tenso e cada um no seu caminho como água e óleo governo e categoria não se batiam, o deputado da época representante da categoria chamava o ex~governador Roriz de “JOAQUIM FAVELA”.

Meses depois estava do lado do ex-governador como líder do Governo e a categoria não perdoou, pela falta de comunicação da posição do parlamentar junto da tropa. Mesmo com Roriz distribuindo mais de 3 mil lotes para policiais e iniciar cursos de cabo e sargento onde mais de 3 mil policiais na época deixaram de ir embora soldado pela falta de uma Carreira justa e digna.

A greve em 2000 e a oposição ferrenha chamou a categoria para a greve que foi deflagrada mesmo com poucas adesões,porém a pressão era grande e em batalhões no Plano piloto e em samambaia a categoria virou as costas para os respectivos comandos e muitos colegas responderam tais “crimes militares”, por causa da nossa tosca legislação.

Em 2002 cria-se o Fundo Constitucional lei 10.633/2002  que nos trouxe a garantia;

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o Fica instituído o Fundo Constitucional do Distrito Federal – FCDF, de natureza contábil, com a finalidade de prover os recursos necessários à organização e manutenção da polícia civil, da polícia militar e do corpo de bombeiros militar do Distrito Federal, bem como assistência financeira para execução de serviços públicos de saúde e educação, conforme disposto no inciso XIV do art. 21 da Constituição Federal.

§ 1o As dotações do FCDF para a manutenção da segurança pública e a assistência financeira para a execução de serviços públicos deverão ser discriminadas por atividades específicas.

 

§ 3o As folhas de pagamentos da polícia civil, da polícia militar e do corpo de bombeiros militar do Distrito Federal, custeadas com recursos do Tesouro Nacional, deverão ser processadas através do sistema de administração de recursos humanos do Governo Federal, no prazo máximo de cento e oitenta dias, contado a partir da publicação desta Lei, sob pena de suspensão imediata da liberação dos recursos financeiros correspondentes.

Art. 2o A partir de 2003, inclusive, o aporte anual de recursos orçamentários destinados ao FCDF será de R$ 2.900.000.000,00 (dois bilhões e novecentos milhões de reais), corrigido anualmente pela variação da receita corrente líquida – RCL da União.

Desta forma esta legislação trouxe conquistas e a categoria poderia ter saído mais fortalecida em 2006, porém como ocorreu em 2014 as principais lideranças racharam votos.

Neste estudo podemos recapitular que a polícia era muito militarizada e a visão ainda era de forças armadas,neste período houve também um retrocesso quando se aprova a lei de vencimentos 10.486/2002 que permitiu as retiradas do contracheque dos quinquênios e o posto acima na reforma, bem como traz auxílios natalidade e fardamentos com diferenças entre praças e oficiais, é uma lei engessada que prevê a aplicação da tabela vertical.

Os parlamentares da época conseguiram a proeza de não mobilizar a categoria contra bem como as lideranças, isso foi uma injustiça e perdemos muito com este modelo que trataremos de mudar, se Deus assim permitir.

Por Lusimar Arruda (Jabá)

DEPUTADOS SUPLENTES
    Aguinaldo de Jesus-PFLAgrício Braga – PFLAlírio Neto – PPSAnilcéia Machado-PSDB

Benício Tavares – PTB

Carlos Xavier – PSD

César Lacerda – PTB

Chico Floresta – PT

Daniel Marques – PMDB

Edimar Pireneus – PTB

Eurides Brito – PMDB

Gim Argello – PMDB

João de Deus – PPB

José Edmar – PMDB

José Rajão  – PSDB

Lucia Carvalho – PT

Maria José-Maninha – PT

Nijed Zakhour – PMDB

Odilon Aires – PMDB

Paulo Tadeu – PT

Rodrigo Rollemberg-PSB

Tatico – PSD

Wasny de Roure – PT

Wilson Lima – PSD

Podemos observar nesta legislatura que a PMDF tinha um deputado eleito e o Corpo de Bombeiros também.

Vale ressaltar que esta legislatura foi a primeira que o Governador Rodrigo Rollemberg foi eleito.

    Ilton Mendes – PSDBJosé Santos – PTJorge Cauhy – PMDBJosé Lopes – PST

Leonardo Prudente – PMDB

Sílvio Linhares-PMDB

Valter Sousa-PL

 

Manifestações

PARALISAÇÃO NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO

 

Em campanha salarial, rodoviários fazem paralisação em todo o DF

Até a tarde desta quarta-feira, nenhum ônibus de cinco empresas deve circular. Sindicato fará assembleia no domingo, com indicativo de greve geral

 postado em 27/05/2015 11:44 / atualizado em 27/05/2015 14:06

 Jacqueline Saraiva Thiago Soares

Rodoviários de cinco empresas de ônibus cruzaram os braços nesta manhã de quarta-feira (27/5), alegando falta de acordo na negociação da data-base com as empresas. Segundo o sindicato da categoria, nenhum coletivo das empresas Piracibana, Urbi, Marechal, Pioneira e São José deve circular até a tarde de hoje. A paralisação relâmpago de cerca de 12 mil trabalhadores afeta ao menos 1,5 milhão de passageiros de todo o Distrito Federal, segundo o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans). Aproximadamente 2.500 coletivos devem ficar estacionados nas garagens.

Marcelo Ferreira/CB/DA Press
Ônibus bloqueiam entrada da Rodoviária do Plano Piloto: caos

A população já sente os transtornos da paralisação no centro da capital, onde foram fechados os acessos à Rodoviária do Plano Piloto. Duas faixas do Eixo Monumental estão fechadas: uma no sentido Esplanada dos Ministérios e outra no sentido Rodoferroviária. Os rodoviários estão parando aos poucos, desde as 10h30, e deixando os ônibus nas vias. O objetivo é pressionar os patrões a assinarem o acordo coletivo.

Rosiane Martins, 26 anos, é balconista em um quiosque da Rodoviária do Plano Piloto. Ela saiu do trabalho ao meio-dia e não sabe como voltará para casa, em Planaltina. “Não tenho como ir embora, o transporte pirata cobra R$ 10 e só estou com o vale-transporte”, disse a balconista. Apesar dos transtornos, ela acredita que os rodoviários têm o direito de protestar, mas deveriam fazer um movimento que não prejudicasse tanto a população.

No entanto, essa não é a opinião da maioria que aguarda na rodoviária. O tosador de animais, Fábio de Jesus, 34 anos, não sabia da paralisação e foi surpreendido ao tentar chegar ao trabalho. “Os empresários é que deveriam pagar por isso, não a população. Nós é que ficamos prejudicados”, disse Fábio, atrasado há mais de 45 minutos e sem previsão de chegar à empresa em que trabalha, no Varjão.

Um dos diretores, Marcos Júnior Duarte, disse que já foram realizadas quatro rodadas de negociações, mas, até o momento, as empresas não apresentaram propostas. Sem acordo, os trabalhadores devem se reunir em assembleia no domingo (31/5), às 9h, com indicativo de greve geral para a segunda-feira (1°/6). Segundo a associação das empresas, a paralisação não tem justificativa, já que as negociações ainda estão ocorrendo. Na última proposta feita, na quinta-feira (21/5), as empresas afirmam que chegaram a oferecer um reajuste de 8.34%, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE, mas a categoria não aceitou. No ano passado, os rodoviários tiveram uma reajuste salarial de 20%, um dos maiores para a categoria em todo o país em 2014.

A Secretaria de Mobilidade (SEMOB-DF) informou que está acompanhando de perto a paralisação e tomará as medidas judiciais cabíveis para garantir a continuidade do serviço. “A paralisação dos rodoviários foi feita sem o aviso prévio previsto em lei, que é do mínimo 72 horas de antecedência”, informou a secretaria em nota. A SEMOB disse entender que as negociações salariais dos rodoviários é um assunto das empresas.

Caos no transporte público
A paralisação ocorre ao mesmo tempo em que cerca de 42 mil passageiros de cinco regiões administrativas ficaram sem ônibus, por conta da paralisação de rodoviários da cooperativa Cobrataete, que faz as linhas Varjão, Lago Norte, Planaltina, Paranoá e Itapoã. Eles reivindicam o pagamento do tíquete, cesta básica e o salário que está atrasado.

De acordo com o diretor do Sindicato dos Rodoviários, Diógenes Nery, 140 motoristas e cobradores que trabalham em 50 microônibus estão parados. “Os funciónarios da empresa já haviam feito uma paralisação na última semana e o governo garantiu que faria o repasse de R$ 38 mil até esta terça-feira (ontem)”. Ele afirmou ainda que a empresa alega não ter dinheiro porque o GDF ainda não fez o repasse. Em nota, o DFTrans disse que pagará os salários em atraso até sexta-feira (29/5).

Com informações de Nathália Cardim

FONTE CORREIOWEB
Manifestações

A EDUCAÇÃO EM DEBATE ! MAS QUE DEBATE ?

Projeto de Lei Escola Sem Partido

Sandra Faraj: Nota de repúdio à atitude do Sinpro

A parlamentar continua aberta ao diálogo com a representação dos professores

 

Mais uma vez o Sindicato dos Professores do Distrito Federal utiliza de argumentos mentirosos para ferir o exercício da democracia na nossa cidade. Nesta sexta-feira (25/05), durante audiência pública na Câmara Legislativa do Distrito Federal, alguns militantes daquela entidade, sob argumentos frágeis e infundados, tentaram impedir o amplo debate sobre o Projeto de Lei Escola Sem Partido.

 

A deputada distrital Sandra Faraj…(SOLIDARIEDADE), autora e mediadora da audiência pública, pediu por diversas vezes que a ordem fosse estabelecida abrindo espaços para inscrição organizada de pronunciamentos.

 

Alguns membros do sindicato atacaram verbalmente populares e seguranças. Pela conduta intempestiva e radical, o departamento de segurança da Câmara Legislativa solicitou a retirada daqueles que tumultuavam a sessão.

 

Infelizmente, o diretor do Sinpro, Manoel Alves da Silva Filho, também se retirou da mesa, deixando o debate da categoria que ele representa sem se posicionar. A deputada Sandra Faraj lamentou a ausência do debate e criticou o posicionamento daqueles sindicalistas que “deixaram o campo do debate para sair para o campo da agressão verbal e física”.

 

A parlamentar continua aberta ao diálogo com a representação dos professores e deixou seu gabinete à disposição para apresentação de emendas e sugestões que aprimorem o projeto de Lei Escola Sem Partido.

 

Fonte: Assessoria da deputada Sandra Faraj – 26/05/2015 -
BLOG JABASTA
democracia
Tenho acompanhado os debates sobre educação e infelizmente não pude estar na CLDF ontem, porém ressalto que a escola é um espaço democrático e que todo debate deve respeitar a diversidade de ideias e contemplar a comunidade escolar com o melhor a ser oferecido na formação de crianças e adolescentes.
A escola de outrora trazia o Marxismo, trazia sociedades desiguais para o debate e de certa forma pregavam um comunismo que é utopia, os tempos passaram e esta ideologia fracassada deve ser amputada de nosso meio junto com aqueles despreparados para o debate.
A família é a base da sociedade, temos diversos problemas de ordem social e ao longo dos anos estes problemas foram aumentando na medida em que a família deixa de ser patriarcal e a mulher entra no mercado de trabalho. Neste momento em que a escola deveria acolher finda com atividades extras em horários opostos como a educação física e outras complementares que poderiam sanar as deficiências de convívio familiar.
A escola é refém de teóricos que não vivenciam as realidades e a lei orgânica do DF poderia nortear algumas peculiaridades em relação a educação na Capital federal.
Por Lusimar Arruda (Jabá)
Manifestações

E AGORA GDF ?

Brasilia-DF: Justiça mantém reajuste concedido por Agnelo Queiroz a servidores do DF

Impasse se deu após o MP ingressar com ADIN contra o aumento do funcionalismo conquistado no ano passado

 

O imbróglio envolvendo a constitucionalidade ou não dos reajustes dos servidores públicos acabou com final feliz para o funcionalismo local. Após o Ministério Público do DF ingressar com Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o aumento dos salários concedido no ano passado, houve uma grande mobilização dos sindicatos e representantes de categorias a fim de impedir a admissibilidade da ação.

 

Por maioria, os desembargadores do Tribunal de Justiça decidiram derrubar o pedido do MP e julgaram a Adin como improcedente… Os desembargadores não chegaram a analisar o mérito da ação, simplesmente rejeitaram a ação sem avaliar o mérito.

 

Até o fechamento desta notícia, o placar era de 11 votos pela inadmissibilidade e nenhum contrário. De acordo com GDF, os reajustes dos servidores terão um impacto de R$ 2,3 milhões.

 

Fonte: Por EdsonSombra – 26/05/2015 -
Manifestações

SENADOR É CONTRA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

 

Cristovam Buarque explica por que é contra a redução da maioridade penal

Cristovam Buarque enfrentou a fúria de extremistas nas redes sociais após se manifestar contra a redução da maioridade penal. O senador apontou 3 razões para embasar seu posicionamento

cristovam buarque maioridade penal
Cristovam Buarque foi hostilizado por se colocar contra a redução da maioridade penal no Brasil

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) se manifestou oficialmente em sua página doFacebook contra a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de idade. Para embasar seu raciocínio, Cristovam elencou três pontos que considera essenciais na discussão em torno da medida. A posição oficial de Pragmatismo Político sobre a maioridade penal pode ser lida aqui.

Com mais de 10 mil curtidas na rede social, o texto do senador (leia a íntegra abaixo) provocou reações favoráveis e contrárias. Alguns internautas mais exaltados desceram o nível e proferiram palavras chulas contra Cristovam, que respondeu a todos de maneira elegante. A atitude dos extremistas revela a impossibilidade do diálogo com quem torna-se violento diante da divergência de opiniões e de ideias.

“Violentos são os vermelhos, Senador. Só queremos paz e segurança para os nossos filhos e netos […] Você não é burro, Senador. Eu votei no senhor! Com 9 anos o moleque já sabe o que faz […] Cadeia aos 16 anos, já! Não nos decepcione!”, escreveu em caixa alta (caps lock) um internauta.

“Vou decepcioná-lo com muita convicção”, respondeu Cristovam.

Outro internauta exigiu que Cristovam Buarque mudasse de opinião já que “o senhor está indo contra 84% da população brasileira”. O senador foi categórico em sua resposta: “Talvez até mais do que 84% dos comentários são contra minha posição. Mas, é a minha posição e não vejo razão para mudar, porque não fui convencido de estar errado. Prefiro continuar contra a corrente, mas com a minha posição, do que mudar de posição para surfar na opinião pública. Quanto a perder a próxima eleição, se eu for candidato, irei para casa com a consciência em paz.”

Cristovam Buarque, que também é ex-ministro da educação e ex-reitor da UNB, ainda chamou atenção para uma característica contraditória (ou demagógica?) dos que lhe reprimiram por não defender a redução da maioridade penal no Brasil. “Estou impressionado como os que se dizem contra a violência, são violentos na hora de criticar minhas posições”, enfatizou o senador.

Leia abaixo o texto de Cristovam Buarque sobre maioridade penal:

Sou contra a redução da maioridade penal por três razões.

1. É insensato porque não reduzirá a violência. Os jovens que cometem crimes grandes e hediondos estão pouco preocupados se vão ficar presos. Eles nem têm vida. Até a pena de morte não os inibiria.

2. É injusto porque vai condenar certamente jovens que caíram na criminalidade porque não receberam o apoio na hora certa, sobretudo educacional. A sociedade os abandona no início e os condena no meio da vida.

3. É manipulação política para atender a vontade de uma população que está desesperadamente assustada com a criminalidade de jovens e com crimes hediondos que condenam os criminosos a poucos anos de cadeia. Sobretudo os desejos das famílias das vítimas que com razão querem vingar seus mortos, mais até do que reduzir a violência futura. Manipulam mais em busca de votos do que de solução para o problema da violência.

Finalmente cabe dizer que algum tratamento diferenciado, como declarar maioridade penal, deve ser feito para alguns crimes e alguns criminosos que, apesar da idade, representam perigo para a sociedade em caso de liberdade. Isso pode ser feito por um grupo de juízes a pedido do Ministério Público, sem necessidade de PEC.

www.pragmatismopolitico.com.br

Manifestações

SEGUNDA PARTE DA SAGA DE UMA CATEGORIA ….

(1995 – 1998) Segunda Legislatura

Segunda Legislatura (1995-1998)

Uma legislatura marcada pela oposição ferrenha liderada por Luiz Estêvão ao  então governador Cristovam Buarque.

Para a nossa categoria a eleição de Cristovam Buarque explodiu como esperança e pela primeira vez na história fomos definidores de uma eleição. As primeiras pesquisas apontavam o ex-reitor da Universidade de Brasília com 5% enquanto os outros candidatos como Valmir Campello estavam na casa dos 32% de aceitação e tinha o governador Roriz como seu cabo eleitoral. Mesmo com o poder da máquina na mão Joaquim Roriz não emplacou o seu preferido ao Palácio do Buriti.

O governo eleito tinha promessas para a categoria e duas delas foram cumpridas com êxito que foi a extinção do Rancho com o pagamento em pecúnia da etapa alimentação . E o pagamento do auxílio fardamento em pecúnia. Neste período foi aprovada a lei do deputado Luiz Estêvão que criava nos espaços de becos ociosos das cidades a moradia para os policiais militares. Os becos ainda são motivos de dores de cabeça de colegas, pois a sociedade civil em alguns lugares batalham contra os assentamentos de policiais militares. A MÍDIA TAMBÉM EXPLORA DE FORMA NEGATIVA O TEMA.

No entanto a marca deste período é a representatividade do deputado eleito pela categoria e o Governo recebendo propostas de campanha e dando pequenos encaminhamentos de ordem financeira e tratamento mais humanitário nos quarteis quebrando a resistência interna de parte dos oficiais que entendiam que a PMDF era um puxadinho das Forças Armadas.

Com o fim do rancho as críticas surgiam , porque os insatisfeitos que não tinham mais o Uísque para reuniões noturnas,nem tampouco o rancho para petiscos, muitos ainda resistiam tentando convencer autoridades que a tropa deveria ser alimentada por eles em determinados horários. Porém nossa representação bateu firme e mostrou que há muito tempo poucas refeições eram servidas nos quarteis.

Neste governo as escalas começam a mudar e o policial passa a ter uma folga mais digna que outrora. Com o pouco aumento salarial os policiais começaram a se equipar melhor, alguns já tinham veículos, e a cidadania tão desejada dava um ar de sua graça.

A moradia sempre foi um desafio para a categoria e em quatro anos de governo Cristovam Buarque não distribuiu 500 lotes para os policiais militares, isso foi uma marca negativa. Tirar policiais do aluguel era fundamental para as necessidades da época.

Neste período não se fala em carreira. Foi o maior erro lutar por aumentos pontuais e esquecer de dar celeridade a uma carreira digna pelas dificuldades apresentadas na época e pela falta de visão. O militarismo estava ainda enraizado em demandas que nos limitou….

Por Lusimar Arruda (Jabá)

POLICIAL FAÇA SEU MEDO TER MEDO..

DEPUTADOS SUPLENTES
    Antônio Cafu – PTBenício Tavares – PTB

Carlos Xavier – PPB

César Lacerda – PTB

Cláudio Monteiro – PDT

Daniel Marques – PMDB

Edimar Pireneus-PMDB

Geraldo Magela – PT

João de Deus – PDT

Jorge Cauhy – PMDB

José Edmar – PMDB

Lúcia Carvalho – PT

Luiz Estevão – PMDB

Manoel de Andrade-PMDB

Marco Lima – PSDB

Marcos Arruda – PMDB

Maria José Maninha – PT

Odilon Aires – PMDB

Pedro Celso – PT

Peniel Pacheco – PSDB

Renato Rainha – PL

Tadeu Filippelli – PMDB

Wasny de Roure – PT

Zé Ramalho – PDT

 

Nesta segunda legislatura podemos observar as eleições de deputados distritais onde nomes como o Governador Rodrigo Rollemberg aparece na suplência de deputado distrital.

    Eurípedes Camargo-PTJosé Eudes – PT

Miquéias Paz – PT

Rodrigo Rollemberg-PSB

Manifestações

A SAGA DE UMA CATEGORIA ! VAMOS REVER A HISTORIA….

CATEGORIAPrimeira Legislatura (1991-1994)

DEPUTADOS SUPLENTES
    Agnelo Queiroz – PC do BAroldo Satake – PPBBenício Tavares – PTBCarlos Alberto – PPSCláudio Monteiro – PRPEdimar Pireneus – PMDB

Eurípedes Camargo – PT

Fernando Naves – PPB

Geraldo Magela – PT

Gilson Araújo – PPB

Jorge Cauhy – PMDB

José Edmar – PMDB

José Ornellas – PL

Lúcia Carvalho – PT

Manoel de Andrade-PMDB

Maria de Lourdes Abadia- PSDB

Maurílio Silva – PTR

Padre Jonas – PSD

Pedro Celso – PT

Peniel Pacheco – PSDB

Rose Mary Miranda-PMDB

Salviano Guimarães-PSDB

Tadeu Roriz – PPB

Wasny de Roure – PT

    Cícero Miranda – PFLDanton Nogueira – PPBOdilon Aires – PMDB

Esta foi a primeira legislatura após a redemocratização do País e Brasília elegeu pela primeira vez por eleições diretas, estava criada a CLDF.

Foi uma legislação que passou com uma participação tímida dos policias militares por meio da eleição do Sargento Fernando Naves que nada foi além de um deputado da base do governo e nada contribuiu para a categoria.

Em 1991 adentraram a Corporação um número elevado de policiais e tínhamos cursos em vários batalhões e o militarismo era muito presente na Corporação. Parecia que estávamos nas Forças Armadas, o cordão umbilical era muito presente.

Os policiais mais antigos vinham de um governo Sarney onde o salário era bom de acordo com a época e a inflação que assustava o País. Contudo , logo assumiu Fernando Collor e com ele promessas de Caças de Marajás e infelizmente com o Plano econômico perdemos muito.

O Governador Joaquim Roriz não tinha o FCDF e tinha que ter uma relação com o Governo Federal de parceria mesmo com a Constituição Federal determinando a União os custeios com a Segurança Pública.

A nossa limitação para fazer as cobranças era total, pois a associações mal eram recebidas e ouvidas, enfim, ficávamos a mercê da boa vontade do comando e casa militar. O ex-governador Roriz anos atrás me confidenciou que errou com a categoria porque ele perguntava para o Coronel da Casa Militar o que “os meninos estão precisando “, a resposta era nada, não se incomode governador está tudo bem, a tropa está bem. Por outro lado eu perguntava o Bessa ” o que seus meninos estão precisando ?  e ele me trazia uma relação de coisas, eu não podia adivinhar meu filho”.

Sabendo o quanto o governador Roriz era político se torna engraçado essa história,mas na verdade vivíamos como cães adestrados e nunca podemos esquecer de onde viemos.

 

Num certo dia, período em que o Governador Roriz estava no Buriti aconteceu uma situação complicada quando a PCDF fez uma greve e mandaram policiais desarmados para a frente do palácio do buriti e os poucos armados eram graduados e oficiais. Naquela tarde mataram um cavalo da Polícia, policiais foram feridos e desde este ocorrido parece que o Governador ficou com alguma mágoa dos policiais militares.
Nós não tínhamos um salário descente, não vinha fardamento do estado, pois na época era pago o uniforme e coturno, bem como cintos com talabarte. O arrocho não era apenas salarial. As escalas eram escravas, o militarismo exorbitante, nós soldados tínhamos que pedir permissão para falar com cabos e sargentos. ÉRAMOS MAIS MILITARES QUE PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA.

Os quartéis se movimentavam e as reuniões secretas aumentavam, bem como as perseguições,na época os policiais do serviço de inteligência ficavam prontos a confrontar com os policiais reunidos, o clima era pesado….

VAMOS CONTINUAR….REVIVER NOSSA SAGA ATÉ HOJE…

Por Lusimar Arruda

Manifestações

BLOG JABASTA VAI RELEMBRAR OS GOVERNOS DO DF

Joaquim Roriz

VAMOS AVALIAR AS CONDIÇÕES POLÍTICAS DOS GOVERNOS COM A CATEGORIA !

O PRIMEIRO É O HISTÓRICO GOVERNADOR RORIZ  !

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Joaquim Roriz

Joaquim Roriz em 2007

Senador pelo Distrito Federal Distrito Federal (Brasil)
Período 1º de fevereiro de 2007
até 4 de julho de 20071
Governador do Distrito Federal Distrito Federal (Brasil)
Período  - de 17 de outubro de 1988
até 15 de março de 1990
 - 1º de janeiro de 1991
até 1º de janeiro de 1995
 - 1º de janeiro de 1999
até 1º de janeiro de 2003
 - 1° de janeiro de 2003
até 31 de março de 2006
Antecessor(a) Cristovam Buarque
Sucessor(a) Maria de Lourdes Abadia
Vida
Nascimento 4 de agosto de 1936 (78 anos)
Luziânia (GO), Brasil
Dados pessoais
Esposa Weslian Roriz
Partido MDB (1978-1982)
PMDB (1982-2009)
PSC (2009-2013)
PRTB (2013-hoje)

Joaquim Domingos Roriz

(Luziânia4 de agosto de 1936) é um políticobrasileiro. Foi governador do Distrito Federal por quatro mandatos, ministro da Agricultura e Reforma Agrária nas duas primeiras semanas do governoFernando Collor e senador, cargo ao qual renunciou em 4 de julho de2007, após sofrer acusações de corrupção.

É casado desde 1960 comWeslian Roriz e tiveram três filhas: Wesliane, Liliane Roriz e Jaqueline Roriz.

 

Carreira política

Vereador de Luziânia, deputado federal e vice-governador.

Foi eleito vereador de sua cidade natal nos anos 70. Em 1978 candidatou-se a deputado estadual por Goiás e venceu, sendo o candidato mais votado pelo MDB no estado.

Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) em Luziânia, no ano de 1980.

Já no PMDB foi eleito deputado federal em 1982. Em 1986 venceu a eleição para o cargo de vice-governador de Goiás, na chapa do governador Henrique Santillo.

Prefeito, Governador do Distrito Federal e Ministro

Em 1987, teve breve passagem pela prefeitura de Goiânia, na qualidade de interventor.

Em 1988, o então Presidente da RepúblicaJosé Sarney, o nomeou governador do Distrito Federal, na época em que essa unidade da federação ainda não elegia o próprio governador, situação chamada popularmente de governo biônico.

Entre 15 de março e 29 de março de 1990, foi ministro da Agricultura e Reforma Agrária no governo Collor, renunciando ao cargo para disputar o governo do Distrito Federal.

Governador do Distrito Federal

Teve sua pretensão novamente ao Distrito Federal contestada pelos adversários sob o argumento de que, como já exercera o mandato há poucos meses do pleito, não poderia concorrer à reeleição para um cargo executivo. Contudo oTribunal Superior Eleitoral (TSE) validou sua candidatura ao considerar que, no período em que Roriz governou o Distrito Federal, o fizera por nomeação e não por eleição.

Em outubro de 1990, foi eleito em primeiro turno pelo extinto Partido Trabalhista Renovador (PTR), após anos filiado ao MDB/PMDB. Na primeira eleição distrital para governador, Joaquim Roriz teve como vice-governadora Márcia Kubitschek.( FILHA DO EX-PRESIDENTE JUSCELINO KUBITSCHEK)

Em 1 de janeiro de 1991 (data prevista pela Constituição Federal de 1988), o Distrito Federal ganhou autonomia política, tal como as demais unidades federativas do país e, nesse mesmo dia, tomaram posse Joaquim Roriz e sua vice, Márcia Kubitschek.

Em 1994, o candidato a governador apoiado por Roriz, Valmir Campelo, perdeu as eleições. Com isso, Roriz entregou o governo a Cristovam Buarque (PDT) (então filiado ao PT).

Roriz é responsável por muitas obras na capital, pela fundação de muitas das cidades-satélites. É tido por seus aliados como um grande “tocador de obras”, como a Ponte JK, vários viadutos e o Metrô de Brasília o qual, em pouco mais de dez anos, consumiu bilhões de reais em recursos e já possui linhas mais extensas que o do Rio de Janeiro. Seus adversários e a classe média brasiliense o acusam de ter depauperado e favelizado o Distrito Federal, com a distribuição em massa de lotes semi-urbanizados em cidades-satélite, incentivando a forte migração de pessoas de baixa renda, aumentando em mais de um milhão de habitantes a população do Distrito Federal.

Retorno ao governo do Distrito Federal

Nas eleições de 1998, disputou contra Cristovam Buarque e foi eleito no segundo turno governador pelo PMDB, ao lado deBenedito Domingos (do antigo PPB, atual PP), como vice-governador, em uma eleição ganha por pequena vantagem de votos (51,26% a 48,74%). Em 2002 Roriz foi reeleito, derrotando no segundo turno Geraldo Magela, do PT. Roriz venceu mais uma vez, em disputa apertada, e assumiu seu quarto mandato como governador do Distrito Federal.

Após treze anos intercalados como governador do Distrito Federal (1988/1990, 1991/1995, 1999/2006) Roriz renunciou em favor de sua vice, Maria Abadia para lançar-se candidato ao Senado Federal pelo PMDB em 2006. Sua sucessora disputou a reeleição pelo PSDB com o intuito de permanecer no cargo até 2010, mas foi derrotada no primeiro turno pelo então pefelista José Roberto Arruda.

Senador

Em 2006, se candidatou ao Senado pelo PMDB e foi eleito em 1º de outubro do mesmo ano. Assumiu em 1º de fevereiro de 2007 e renunciou ao cargo em 4 de julho do mesmo ano, após se envolver no escândalo do BRB, escapando do processo de cassação do mandato que poderia deixar 8 anos inlegível. Depois de renunciar, não abandonou a política.

Saída do PMDB

Em 24 de maio de 2009, num encontro regional do PMDB, houve um bate boca com seu antigo aliado o deputado federal Tadeu Filippelli, a quem Roriz chamou de “vagabundo” e “mentiroso”. A confusão aconteceu quando Filippelli resolveu discutir a vida política de Jaqueline Roriz deputada distrital e filha do ex-governador, filiada ao PSDB, ao dizer que ela seria aliada do governador Arruda do DEM.

No dia 16 de setembro Roriz anuncia sua saída do PMDB e que seria candidato ao governo do Distrito Federal filiando-se ao PSC em 30 de setembro.

Denúncias de corrupção

Escândalo do BRB

Após denúncias oriundas de grampos telefônicos, que pesam contra si com relação a recursos do Banco de Brasília (BRB), e pressões de setores políticos, Roriz renunciou ao cargo de senador no dia 4 de julho de 2007, ao que parece foi o mandato mais rápido da história do Brasil, deixando um impasse sobre quem seria o próximo a ocupar sua vaga, já que seu primeiro suplente, Gim Argello possui inúmeras acusações, além do TSE agendar para agosto o julgamento sobre crime eleitoral, que poderá cassar a chapa inteira (Roriz e os dois suplentes). No dia 17 de julho, Gim Argello assume, e no mesmo dia é protocolado um documento contra si no Senado Federal.

A Operação Aquarela acabou levando para cadeia o ex-presidente do BRB, Tarcísio Franklin de Moura, que presidiu a organização durante os 8 anos de governo de Roriz no Distrito Federal. Durante a sua prisão, a polícia encontrou relógios caros, dinheiro vivo e uma carta do lobista Maurício Sampaio Cavalcanti sobre cobrança de dívidas ao governador Roriz. Maurício era diretor da agência de propaganda do BRB, Jimenez & Associados. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios abriu denuncia contra Joaquim Roriz e mais cinco pessoas por improbidade administrativa. O Grupo é acusado de utilizar o BRB(Banco de Brasília) para simular um transação bancária para repassar dinheiro a Roriz em 2007. O MP pede ainda que os investigados devolvam 223 milhões aos cofres públicos.

Em abril de 2010, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal acatou a denúncia o Ministério Público Federal Roriz é acusado de desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal.10

Operação Caixa de Pandora

Joaquim Roriz teve seu nome envolvido no Escândalo do Mensalão no Distrito Federal, deflagrado a partir da Operação Caixa de Pandora, em 27 de novembro de 2009. O noticiário político sustenta a versão de que Durval Barbosa, autor das gravações que incriminariam José Roberto Arruda e seu grupo político, fez as denúncias para beneficiar Roriz, com vistas à eleição para governador do Distrito Federal em 2010.

Segundo reportagem do Correio Braziliense de 3 de dezembro de 2009, “uma série de eventos ocorridos nos últimos dois meses criaram a convicção no grupo de José Roberto Arruda de que o ex-governador Joaquim Roriz sabia da investigação da Polícia Federal (PF) que culminou com a Operação Caixa de Pandora”. De acordo com a reportagem, “aliados de Roriz vinham criando um clima no meio político de que em breve denúncias graves relacionadas ao governo atual viriam à tona. Também se falava bastante nos bastidores que as fitas gravadas por Durval Barbosa estavam circulando e sendo exibidas a diversas pessoas em salas fechadas”.

A mesma matéria informa: “Há dois meses, o ex-governador deu uma entrevista na qual apontou que Arruda não seria candidato à reeleição. Ele chegou a declarar que sabia o motivo, mas não poderia revelar. Pessoas próximas do ex-governador relatam que seus aliados mais próximos ofereceriam uma sessão das fitas comprometedoras com bastante desenvoltura. E garantiam que em breve o material viria a público. O próprio Roriz afirmou que em breve mudaria a história política da cidade”.

Ainda segundo o Correio Braziliense, “um dia antes da ação da Polícia Federal, Roriz disse a um grupo de interlocutores, num jantar na casa do Pastor Ricardo Espíndola, que a política do Distrito Federal sofreria em breve um forte abalo e um revés. Ele não deu detalhes, mas estava confiante sobre as chances reais de ver seu adversário político abatido por acusações graves que seriam apresentadas publicamente.”

O ex-governador Joaquim Roriz. Segundo Durval Barbosa, o esquema de corrupção teve início sob os auspícios de Roriz.

Acusação de pagamento de propina

Em depoimento ao Ministério Público, o ex-governador José Roberto Arruda disse que Roriz teria pago propina para não ser denunciado pela Justiça.

Lei da Ficha Limpa

Impugnação da Candidatura ao GDF pelo TRE

No dia 4 de agosto de 2010, o TRE do Distrito Federal negou por 4 votos a 2 a candidatura de Roriz ao Governo do Distrito Federal, com base na lei  com base na lei Ficha Limpa, em 2007 Roriz renunciou o mandato de senador para escapar da cassação por quebra de decoro parlamentar do Conselho de Ética do Senado.

No 25 de agosto de 2010, a Comissão Parlamentar de Inquérito CPI que investigou o suposto esquema de corrupção no Governo do Distrito Federal aprovou o relatório que pede o indiciamento dos ex-governadores Joaquim Roriz (PSC) e José Roberto Arruda (sem partido), além de outras 20 pessoas.

No mesmo dia o Ministério Público Eleitoral encaminhou o parecer ao Tribunal Superior Eleitoral em o mesmo se manifesta contra a liberação da candidatura de Roriz.

No dia 31 de agosto de 2010, por seis votos a favor e um contra, o TSE negou o pedido da candidatura de Joaquim Roriz (PSC) ao Governo do Distrito Federal.

No dia 9 de setembro de 2010, o ministro Carlos Ayres Britto do STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou uma reclamação apresentada pela defesa de Joaquim, candidato do PSC ao Governo do Distrito Federal que teve seu pedido de candidatura negado pelo TSE Tribunal Superior Eleitoral.

Em sessão inédita ocorrida no dia 23 de setembro de 2010 o STF Supremo Tribunal Federal com votos dos 10 (dez)ministros (o quorum da casa no total é de onze membros), deixou empatada a decisão cabendo ao STF escolher entre 3(três) alternativas que beneficiará ou não Joaquim Roriz entre outros; alternativa a)empate – beneficiará a Lei ficha limpa, alternativa b) escolha de um novo ministro pelo presidente da república após as eleições, ou alternativa c) o presidente do STF poderá utilizar um segundo voto conforme estatuto regimental interno do STF desempatando e promulgando seu resultado.

Desistência da candidatura ao GDF

Em 24 de setembro de 2010 temendo o veredicto do Supremo Tribunal Federal desistiu de disputar o governo do Distrito Federal se reunindo com sua assessoria em Brasília e indicou em seu lugar a esposa Weslian Roriz,  após avaliar que seria um risco esperar pela decisão do STF sobre a validade da lei da Ficha Limpa pois se Roriz vencesse em primeiro turno à 3 de outubro poderia não assumir, e se levasse a disputa para o segundo turno ou não poderia disputar. ou não seria possível trocar o candidato.

Manifestações

MUDANÇAS DE HORÁRIO DEIXAM POLICIAIS INSATISFEITOS

“ANDO DEVAGAR PORQUE JÁ TIVE PRESSA  LEVO ESTE SORRISO PORQUE JÁ CHOREI DEMAIS ” Almir Sater

 

Nesta toada o público interno está questionando porque tantas mudanças de expediente?  A categoria está ansiosa e as mudanças têm mexido com a família que é a base do profissional. Muitos matriculam filhos em horários que não atrapalham o trabalho de acordo com a escala e neste momento tantas inversões de horários se tornam pesadas para a família policial militar.

Entendemos que a necessidade do serviço é prioridade, porém quando o pessoal vem pela manhã logo clareia uma vez que a condução se torna mais viável pelo espaço de tempo que pode ser melhor administrado.

Pedimos ao Comando uma avaliação se é possível fixar o horário, pois a alternâncias têm trazido certo desconforto aos policiais e familiares. No entanto dentro das respectivas respostas dos policiais nas ruas ficou evidenciado que as Operações surtiram efeitos positivos e a decisão de determinar um horário traz para os subordinados tranquilidade,bem como para o comando da Instituição.

Por Lusimar Arruda (JABÁ)RESPEITO

 

Manifestações

UM CAMINHO É CERTO ! SE ORGANIZAR OU PENAR EIS A QUESTÃO !

RAPIDINHAS DA REDE. Sem organização seremos massa de manobra de políticos, politiqueiros e aventureiros.

 

Não há e nunca houve na PMDF tentativas sérias de combater a ignorância política. Políticos e Politiqueiros servem-se igualmente dela para permanecer nos holofotes (Adaptação da frase de Luiz Ruffato)

O QUE QUE SEM TEM DISCUTIDO

A semana que passou tem sido interessante na comunidade Rede Policial 24 horas e Reestruturação PMBM. As discussões estão focadas em lideranças,  carreira e modelos de representatividade.

QUAL O CONSENSO

Uma coisa pode-se extrair das amplas e intermináveis discussões:

1. Precisamos de um modelo de organização mínima que afaste os interesses políticos, politiqueiros e oportunistas de plantão;

2. Organizar não significa ter um líder (uma pessoa física), mas uma entidade ou grupo com interesses voltados para o coletivo;

3. Que esse grupo ou entidade não seja dirigido ou que tenha em sua coordenação  políticos, pré-candidatos, ou seja, que não se personifique um indivíduo, mas que seja a expressão das necessidades da categoria;

COMENTO

Não vou explicitar aqui modelos de organização, de como deve ser ou deveria ser. A questão é que hoje temos a urgência de uma organização inteligente para fazer frente ao que virá nos bastidores. Quando se trata de carreira não podemos confiar as discussões a elementos com interesses políticos, ou do discurso fácil e empolgante. A realidade jurídica e técnica que envolve a PM é complexa e exige um nível razoável de entendimento e organização.

Torço pelos colegas que estão tentando seguir pelo caminho da organização, nós precisamos e merecemos. Seja de aventureiros e oportunistas.

Por Roner Gama

FONTE:REDEDEMOCRATICAPMBM

 

 

BLOG JABASTA

Esta postagem do amigo Roner Gama é real e sincera, podemos divergir de algum pensamento, mas de uns tempos até os dias de hoje vejo muita coerência e verdade por parte do colega da rede democrática bem como dos garotos que são parte do SindPm.

AS CRÍTICAS VIRÃO DE TODOS OS LUGARES !

Trabalhar em torno de uma categoria dividida como a nossa sempre teremos pedras no caminho que fazem parte de um processo natural no meio democrático e construtivo. Em meio a isso tudo sou entusiasta pelo fato de haver opiniões bem formadas que apesar de não estarem convergidas , encontram-se em fase de maturação e respeito que são fatores fundamentais para estarmos um completando o outro. Afinal as trocas de experiências são fundamentais para a completude do objetivo maior.

Muitos não acreditam na figura do deputado policial, mas eu a defendo e exponho pontos:

1- O poder de fiscalização do legislativo. Onde hoje não teríamos certos documentos sem a devida cobrança por parte de um parlamentar.

2. Um deputado distrital trabalhando em conjunto com a Categoria fica fortalecido e suas demandas junto a qualquer governador se torna mais evidente e apreciável.

3.Uma carreira como a nossa não pode ser discutida por quem está no poder sem a participação de um representante “legal”, ou seja o que os deputados paisanos vão defender? quem os mesmos irão ouvir ? Estariam dispostos a perder cargos e espaço no governo para nos defender ?

4. É PRECISO TER CORAGEM !

Respeitar espaços construídos, alicerçar o nosso cotidiano de matérias construtivas evidenciando o nosso poder enquanto categoria diante da sociedade e internamente olhar para si como se fosse o seu companheiro.

5. As boas sementes devem ser cultivadas, eleições são processos construídos e emanados de objetivos em comum. Muita gente fala que tem muitos candidatos;  ”eu concordo “, mas onde está aquele líder que você acreditou ? Ele está trabalhando por você ?

6. O processo é lento… Mas temos que refletir e medir cada liderança em potencial, pois a cada 04 anos ressurgem no cenário pessoas que nem lembram de nossos problemas diários, contudo vêm dividir.

Por Lusimar Arruda (JABÁ)

 

 

 

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